O idadismo, também chamado de ageísmo ou etarismo, refere-se a estereótipos, preconceitos e práticas discriminatórias baseadas na idade. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), ele ocorre quando a idade é utilizada para categorizar e dividir pessoas de forma a gerar desvantagens, injustiças ou exclusão, afetando tanto indivíduos mais velhos quanto mais jovens, embora atinja com maior frequência as pessoas idosas. Esse fenômeno pode se manifestar em diferentes níveis, individual, interpessoal e institucional, e envolve dimensões cognitivas (estereótipos), emocionais (preconceitos) e comportamentais (discriminação), podendo ocorrer de forma explícita ou implícita. As formas explícitas são aquelas conscientes e facilmente reconhecíveis, como negar oportunidades de trabalho com base na idade, usar linguagem depreciativa ou excluir pessoas idosas de espaços sociais e decisões.