O ritual do voto é, por excelência, o momento em que o cidadão deposita nas urnas as suas mais legítimas expectativas de futuro. Em períodos eleitorais, o debate público é inundado por propostas que tocam diretamente a vida das pessoas: investimentos em saúde, educação e segurança, obras de infraestrutura, atração de empregos e ampliação de redes de proteção social. No entanto, há uma pergunta que todo eleitor consciente deveria se fazer: o que acontece entre o anúncio entusiasmado de um plano de governo e a sua efetiva entrega na porta de casa? A resposta para essa pergunta está na solidez das instituições permanentes do Estado. Nenhum governante ou parlamentar, por mais intencionado que seja, governa sozinho ou no vácuo da legalidade. Para que uma promessa eleitoral saia do papel sem se transformar em desperdício de recursos e garantindo plena segurança jurídica é necessária uma atuação técnica e preventiva. É exatamente aí que se insere o trabalho diário dos procuradores do estado. Como consultores do ente federado, os procuradores do estado viabilizam a implementação das políticas públicas planejadas pelos eleitos.