Setembro traz uma pauta imprescindível: saúde mental, prevenção ao suicídio e valorização da vida. Falar em valorização da vida também é reconhecer as diferentes formas de violência que ameaçam a dignidade e a segurança. Por isso, o Setembro Amarelo não encerra a discussão iniciada pelo Agosto Lilás. A violência contra a mulher não termina com o calendário e o compromisso de enfrentá-la precisa permanecer durante todo o ano. O desafio é mudar a cultura. Não se muda um pensamento com uma ação pontual, apenas no mês de agosto. Informação, prevenção e educação são essenciais para que a sociedade deixe de ser mera espectadora diante da violência. O poder público deve estruturar políticas permanentes. À sociedade, enxergar, acolher e agir. Durante o Agosto Lilás, a Prefeitura de Goiânia, por meio da Semasdh, intensificou ações de conscientização e fortalecimento da Rede de Proteção à Mulher, com caminhadas, palestras, seminários e rodas de conversa. Cerca de 2.500 mulheres foram orientadas e 282 encaminhadas para serviços especializados, como CREAS, CRAS, DEAM e Abrigo Sempre Viva.