O Brasil passou a ocupar posição relevante no mercado global de terras raras após importantes descobertas minerais realizadas nos últimos anos, principalmente em Goiás, Minas Gerais e Bahia. Em uma década, o país saiu da 14ª para a 2ª maior reserva mundial desses minerais, fundamentais para tecnologias ligadas à transição energética, mobilidade elétrica, indústria e sistemas de alta performance. Essa transformação começou na pesquisa mineral, etapa mais arriscada da mineração, que exige capital, conhecimento técnico e muitos anos de trabalho até que um projeto se torne economicamente viável. Agora, o Brasil avança para uma nova fase. A implantação das minas e o início da produção dos concentrados minerais de terras raras. Cada projeto exige investimentos elevados, da ordem de US$ 500 milhões por empreendimento.