Há momentos em que o investidor sente que a bússola parece girar sem rumo. O calendário eleitoral se aproxima sem um cenário claro. O dólar oscila surpreendendo até os economistas mais experientes. A bolsa reage diariamente a notícias de conflitos geopolíticos, variando até dois dígitos em janelas curtas. Surge, então, uma pergunta cada vez mais comum: onde está o investimento que oferece, ao mesmo tempo, segurança patrimonial e potencial de retorno? Diferentemente de ações, que podem variar mais de 5% em um dia diante de uma manchete, o imóvel é um ativo real e tangível. Ele não desaparece com uma crise de confiança nem é apagado por um movimento especulativo. Atende a uma necessidade primária, seja moradia ou geração de renda por locação, e, por isso, representa segurança. Com mais pessoas buscando proteção, é natural que a demanda por eles cresça. Segundo a CBIC, 1 a cada 2 brasileiros pretende comprar imóvel nos próximos 24 meses. Essa é a maior intenção de compra da série histórica.