Flávio Bolsonaro, o Brasil, os EUA e a relação centenária entre os dois países, suas empresas e sociedades perdem com o novo tarifaço, político e calcado em dados falsos, imposto pelo governo Trump com a equivocada intenção de favorecer a direita brasileira. No fim, quem ganha? O presidente Lula, como o próprio Flávio previu, mas tarde demais. Planalto e Itamaraty já tinham pronta a reação diplomática e de comunicação, com manifestação dura do chanceler Mauro Vieira e uma entrevista com os principais expoentes do governo, com três focos: “soberania nacional”, “mentiras dos EUA” e apoio aos setores atingidos. Do outro lado, Flávio adicionou mais um erro incompreensível à sua coleção, ao reproduzir nota do secretário de Estado Marco Rubio a favor do tarifaço e contra Lula. Ou seja, apoiou o agressor, com quem se identifica ideologicamente, em vez de defender o agredido: o Brasil.