O que o dilema do homem mais rico do mundo tem a nos ensinar: Bernard Arnault, 76, proprietário de 75 marcas de luxo, realiza almoços semanais com os cinco filhos para avaliar qual deles será seu sucessor. Nessas ocasiões, coloca na mesa temas ligados à gestão de negócios para ouvir a visão de cada um. Ele sempre submeteu à prole uma série de testes de matemática e os levou para almoços de negócios. É enfático ao definir que o eleito a ficar à frente de seu império de marcas - a saber: Dior, Givenchy ,Tiffany, champagne Dom Perignon, Kenzo, Marc Jacobs - será escolhido por mérito. O método de Bernard é uma lição de como preparar os filhos para dar continuidade ao legado corporativo. Na hora de escolher o sucessor, o critério não pode ser o afeto. O princípio a ser aplicado é o da equidade, ou seja, dar a cada pessoa o que ela precisa de forma justa, considerando suas diferenças, limitações e potencialidades.