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Fabiana Pulcineli

Jornalista e bacharel em Direito pela Universidade Federal de Goiás. Repórter de Política do POPULAR desde 2006 e colunista da CBN Goiânia.

Bruno Peixoto: "Estou adiando um sonho e passo a focar na eleição para deputado federal"

Presidente da Alego refaz agenda, com cancelamento de eventos em Goiânia e inclusão de visitas a 60 cidades até março; ele agradeceu convites para filiação, mas cita fidelidade partidária e lealdade a Caiado

Fabiana Pulcineli
Presidente da Alego, Bruno Peixoto, e vice-governador Daniel Vilela, em evento de lançamento do Goianão nesta terça-feira, na sede do Legislativo

Presidente da Alego, Bruno Peixoto, e vice-governador Daniel Vilela, em evento de lançamento do Goianão nesta terça-feira, na sede do Legislativo (Foto: Carlos Costa/Alego)

O presidente da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), Bruno Peixoto (UB), afirmou ao blog que "está adiando o sonho" de ser candidato a prefeito de Goiânia e que definiu uma agenda de visita a 60 cidades até março, em decisão de focar no projeto de disputar cargo de deputado federal em 2026. Ele cancelou a realização ou presença em eventos na capital, como um panelão de pamonha no dia estadual da iguaria, definido em lei recente como 2 de fevereiro. "Não desisto de um sonho, mas ele pode ser adiado. Estou adiando esse sonho", completou.

As declarações sucedem a divulgação, no Giro , de convite para filiação ao PRD (resultado da fusão do Patriota com o PTB), pelo presidente da Câmara, Romário Policarpo, e pelo presidente estadual do partido, Jorcelino Braga, que rompeu recentemente com o prefeito de Goiânia, Rogério Cruz (Republicanos). O PP do presidente da Agehab, Alexandre Baldy,também o convidou, conforme o Giro antecipou nesta quarta-feira (17). "Fico muito lisonjeado e muito grato ao PRD, ao Avante e ao PP. Estou muito feliz com os convites e com a demonstração de amizade. Mas existe a fidelidade partidária e existe a minha lealdade ao governador Ronaldo Caiado (UB)", diz o deputado.

Bruno desconversa sobre as motivações para o anúncio, mas interlocutores afirmam que gestos e declarações recentes de aliados do governador pesaram. O ex-deputado federal, vice-presidente do UB estadual e presidente do Detran-GO, Waldir Soares, disse ao Giro na segunda-feira que o candidato em Goiânia tem de ser gestor e que, se for fisiológico, vai influenciar negativamente nas eleições de 2026 - nos planos do governador e da base. Em entrevista ao Tribuna do Planalto, no domingo, Waldir afirmou que Bruno "fez uma escolha, ser presidente da Assembleia" e descartou a possibilidade de candidatura dele na capital.

Aliados próximos do presidente da Casa afirmam que, antes, a cúpula do governo demonstrava resistência à candidatura - sob argumento de que Caiado quer preservar a estabilidade no Legislativo -, mas não impedia as movimentações. Agora, há entendimento de que o governo está atuando diretamente contra as articulações de Bruno. "Ele entendeu os recados e não vale a pena ficar brigando dentro de seu partido, dentro do grupo. É uma eleição difícil havendo união, imagina com gente atuando contra internamente. Chega uma hora que começa a desmoralizá-lo (Bruno)", diz um interlocutor.

Caiado passou a falar e a se envolver mais com a disputa em Goiânia este mês e as declarações sinalizam para outros caminhos que não a candidatura do presidente da Alego.

A seu grupo, Bruno já havia afirmado em ocasiões anteriores que focaria no projeto de deputado federal, mas ainda assim continuou articulando a pré-candidatura na capital. Agora fala publicamente e de forma mais incisiva, o que é entendido por aliados como um sinal de recuo. Ele teria informado a decisão também ao governador.

Além de cancelar a pamonhada, o presidente da Casa também não vai a entrega de cestas básicas, doadas por servidores da Alego ainda nas festividades de fim de ano, para moradores do Residencial Orlando de Morais, no próximo sábado (20). O único evento de maior porte em Goiânia mantido na agenda do presidente é um programa da TV Record que será transmitido do Legislativo, no dia 27.

O Giro havia informado no dia 12 que o dirigente da Alego abandonou os grandes eventos de rua para evitar acusações de campanha eleitoral antecipada, mas ele nega a preocupação. No dia anterior, em entrevista ao POPULAR, Bruno insistia em pré-candidatura e chegou a dizer que disputaria se a base não encontrasse um nome com capacidade e que conheça Goiânia.

Nesta terça-feira (16), o deputado promoveu evento de lançamento do Campeonato Goiano 2024 e anunciou transmissão dos jogos na TV Alego, quando o senador Jorge Kajuru (PSB) o chamou, em discurso, de "próximo prefeito de Goiânia" e disse que o PSB poderia apoia-lo. Bruno aplaudiu e sorriu diante da declaração, na solenidade com a presença do vice-governador Daniel Vilela (MDB)

Além da agenda até março, o presidente diz que pretende visitar outras 60 cidades até julho, totalizando 120 antes da campanha eleitoral. Neste fim de semana, ele estará em sete municípios. No passado, ele foi a oito.

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Caiado lança pré-candidatura à Presidência

Com o slogan “Coragem para endireitar o Brasil”, Caiado inicia a busca por conhecimento nacional e viabilidade eleitoral

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (UB), realizou na manhã desta sexta-feira (4), o lançamento oficial da pré-candidatura à Presidência da República, em evento político no Centro de Convenções de Salvador (BA), onde recebeu a comenda 2 de julho e o título de cidadão baiano. Caiado estava acompanhado da esposa Gracinha Caiado e de suas filhas.

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Em um vídeo publicado nas redes sociais, no qual divulgava o evento de lançamento da sua pré-candidatura a presidente, Ronaldo Caiado disse: "O nosso objetivo é unir os brasileiros que acreditam que é possível termos um país mais seguro, justo e honesto".

No evento de lançamento oficial da pré-candidatura de Ronaldo Caiado à Presidência da República, estavam presentes algumas lideranças políticas goianas como: o vice-governador Daniel Vilela (MDB); o deputado estadual Bruno Peixoto (UB); o prefeito de Goiânia, Sandro Mabel (UB); o deputado federal José Nelto (UB); o deputado federal Dr. Zacharias Calil (UB); a deputada federal Silvye Alves (UB); o senador Vanderlan Cardoso (PSD).

Também prestigiaram o evento o ex-prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha; o presidente do Detran Goiás e vice-presidente do União Brasil em Goiás, delegado Waldir Soares; o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), José Mário Schreiner; o prefeito de Senador Canedo, Fernando Pellozo (UB); o prefeito de Trindade, Marden Júnior (UB); o prefeito de Aparecida de Goiânia, Leandro Vilela (MDB) e o presidente da Associação Goiana dos Municípios (AGM) e prefeito de Hidrolândia, José Délio.

Ainda marcaram presença o senador Sergio Moro (UB); o ex-prefeito de Salvador e vice-presidente do União Brasil, Antônio Carlos Magalhães Neto (ACM Neto); e o ex-deputado federal e ex-ministro da saúde Luiz Henrique Mandetta (UB).

Ronaldo Caiado começou a mencionar publicamente a possibilidade de voltar a disputar o Palácio do Planalto, após 36 anos da estreia eleitoral na corrida presidencial de 1989, nos meses posteriores à reeleição no primeiro turno, em 2022.

Ronaldo Caiado (UB), realizou na manhã desta sexta-feira (4), o lançamento oficial da pré-candidatura à Presidência da República (Divulgação/Redes Sociais)

Ronaldo Caiado (UB), realizou na manhã desta sexta-feira (4), o lançamento oficial da pré-candidatura à Presidência da República (Divulgação/Redes Sociais)

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'Não vou discutir com quem está defendendo seu emprego', diz Caiado

Governador se esquiva de comentar fala do ministro do Turismo, Celso Sabino (UB-PA), que afirmou que ala majoritária do partido é favorável a aliança com Lula

Ronaldo Caiado: governador também não confirmou se vai a evento de Bolsonaro

Ronaldo Caiado: governador também não confirmou se vai a evento de Bolsonaro (Alex Malheiros)

Em meio a críticas e pressões de correligionários contrários ao lançamento da pré-candidatura à Presidência da República na sexta-feira (4), em Salvador (BA), o governador Ronaldo Caiado (UB) disse que "não discute com quem está defendendo seu emprego" e evitou responder a questões sobre o evento nesta terça-feira (2). Ele referia-se ao ministro do Turismo, Celso Sabino (UB-PA), que disse à CNN na segunda-feira que a ala majoritária do partido é favorável a aliança com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e que a legenda deveria indicar um vice para a chapa petista.

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Além das manifestações da ala pró-reeleição de Lula, Caiado também enfrenta resistência daqueles que defendem a federação com o PP - parlamentares federais, em sua maioria - e mesmo entre parte de seus apoiadores, que considera precipitado o lançamento do nome a um ano e meio das eleições. Apesar de pressões e sem saber ao certo quais lideranças políticas da sigla estarão presentes, o governador manteve o evento sob argumento de que precisa dar o pontapé para rodar o País e se tornar mais conhecido.

Em entrevista coletiva ao lançar a campanha de vacinação contra a Influenza, na Unidade de Saúde da Família do Conjunto Riviera, em Goiânia, Caiado, ao ser questionado se o evento na Bahia pode passar a imagem de candidatura de si próprio, desconversou: "Não vou discutir com quem está defendendo seu emprego. Mas o que estou discutindo hoje aqui é a vacina. Este assunto caberá em outro momento. As pessoas esperam que não desviemos o foco".

Ele também não quis comentar sobre a expectativa para o evento de sexta. "Hoje estou discutindo assunto de saúde pública e é um problema que me preocupa", afirmou, para então citar que Goiás é "primeiro lugar em tudo e exemplo de "respeito com o cidadão".

O governador também se negou a responder se estará presente em ato do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na Avenida Paulista, no próximo domingo (6). Em busca de apoio ao projeto da anistia, especialmente depois de se tornar réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por tramar golpe em 2022, Bolsonaro busca reunir governadores da direita e público maior do que aquele que compareceu ao ato em Copacabana, no Rio de Janeiro, em 16 de março.

"Eu não sei. Vou fazer meu lançamento agora e não sei qual será a pauta lá em Salvador", respondeu sobre a possibilidade de participação em São Paulo. O POPULAR também perguntou se, ao defender a anistia, Caiado considera que deve se estender a Bolsonaro. Ele não respondeu.

Caiado recebeu ligação do ex-presidente no dia 20, depois de afirmar à CNN que, embora não tenha participado do ato em Copacabana, foi a primeira liderança política a defender anistia aos presos pelos atos golpistas de 8 de janeiro, ainda em abril do ano passado. A ligação foi breve e de agradecimento do ex-presidente pela manifestação de Caiado, mas é interpretada como um gesto de aproximação de Bolsonaro após o tensionamento em meio às eleições municipais do ano passado. O governador e o ex-presidente estiveram em lados opostos na disputa nos três maiores colégios eleitorais de Goiás e Bolsonaro veio com frequência ao estado, sempre com discursos de ataques a Caiado.

O ex-presidente também agendou um almoço com o governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD) - que também se coloca como pré-candidato à Presidência da República -, no mesmo dia do ato de Caiado na Bahia.

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Cileide Alves

Cileide Alves

Jornalista, ex-editora-chefe de O Popular, é mestre em História pela UFG e autora do livro “Iris Rezende - De líder estudantil a governador (1958/1983)”

Tiroteio no UB contra Caiado

O antipetismo do governador Ronaldo Caiado (UB) tem quase a mesma idade de fundação do PT. Data de 1989, quando ele e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estavam entre os candidatos a presidente da República daquela eleição. Neste quarto mandato do presidente Lula, Caiado adicionou a seu antipetismo natural o discurso para se projetar como candidato a presidente em 2026. Com este figurino Caiado participou de três palestras em Brasília na semana passada e concedeu entrevista ao portal Metrópoles. Além de divulgar os feitos de seu governo, ele focou suas baterias em críticas ao governo federal.

"Eu tenho legislado em matérias federais. É uma prerrogativa minha como governador do estado. (...) e legislo sobre parte de meio ambiente, e legislo sobre essa parte específica de concessão de obras, como nós fizemos a OSCs, que estamos fazendo em todas as construções do Estado, chamando as empresas... E eu tenho o aval do Tribunal de Contas do Estado, do Tribunal de Justiça e do Ministério Público. Cabe ao governador chamar todos os poderes e cada um vai assumir a sua responsabilidade", disse sobre seu modelo de "parceria" (termo que usou na posse do procurador-geral do MP, Cyro Terra, em 7 de março) ao se referir a sua relação com poderes e órgãos independentes. Na palestra no CNN Talks, ele usou a expressão "minha Procuradoria-Geral de Justiça".

O governador voltou a reclamar de "retaliações" do governo federal em função de seu projeto eleitoral na entrevista ao Metrópoles. Ele citou a retirada das rodovias goianas como rota de fugas de leilão de concessão de rodovias federais no ano passado, da falta de destinação de recursos para a área de saúde, assuntos que já tinha tratado em entrevistas à imprensa em setembro do ano passado e em 10 de março último. Nessas ocasiões, Caiado reclamou de atrasos do Ministério da Saúde (MS) nos repasses para compra de medicamentos de alto custo e da falta de contrapartida do SUS para o Hospital de Águas Lindas (Heal).

A Secretaria de Estado da Saúde (SES-GO) informa ter em aberto dois pedidos no MS de recomposição de teto de média e alta complexidade (MAC), para o custeio de unidades hospitalares da rede própria. Um de R$ 385,591 milhões referentes ao custeio de unidades da SES que ainda não contam com o financiamento federal, e outro exclusivo para o hospital de Águas Lindas (Heal) no valor de R$ 55 milhões. A SES também cobra uma conta alta para aquisição de medicamentos. Só de remédios oncológicos que o Estado tem de arcar em função de decisões judiciais o valor chega a R$ 117 milhões.

O governo de Lula evitou debater com Caiado por considerar que ele é um presidenciável "do tamanho de Goiás", que tem apenas cerca de 3% do eleitorado brasileiro. Só que a ministra Gleisi Hoffmann reagiu já na primeira crítica do governador após sua posse no Ministério das Relações Institucionais, mostrando que seu perfil não é o de "deixa pra lá" do antigo ministro Alexandre Padilha, mas o de confronto, tal qual o do governador.

Como se viu nesta semana, Caiado circula nacionalmente empoderado pela aprovação de seu governo superior a 85%, de acordo com pesquisas de opinião, por se comportar em Goiás como uma espécie de maestro da "parceria" com os demais poderes e órgãos independentes e sem ser contestado (procurados por esta colunista nem o Tribunal de Justiça nem o MP responderam se deram "aval" à terceirização de obras para OSCs) e com seu cardápio de ações administrativas inovadoras.

Tudo isso em meio a seu maior desafio para ser candidato a presidente da República: as pressões de seu União Brasil para ele desistir de lançar sua pré-candidatura em evento em Salvador, em 4 de abril. Caiado não tem um grupo sólido em seu partido e não representa atualmente perspectiva de poder. Há lulistas e bolsonaristas no União Brasil, mas não há caiadistas suficientes a blindar sua candidatura. O governador tem facilidade para falar em palestras fora de Goiás e para combater o governo Lula. Difícil mesmo é o combate interno no UB. A conferir neste grande teste do dia 4, em Salvador.

Cileide Alves, jornalista

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Lançamento da pré-candidatura de Caiado à Presidência volta ao Centro de Convenções de Salvador

Diante de alertas de uso indevido do prédio da Assembleia Legislativa da Bahia, governador retoma sede original do evento na Bahia

Lançamento da pré-candidatura de Caiado à Presidência volta ao Centro de Convenções de Salvador

(Foto: Secom Goiás)

Depois de alertas sobre uso indevido de prédio público, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (UB), decidiu transferir novamente o local do evento de lançamento da pré-candidatura à Presidência da República, com retorno ao Centro de Convenções de Salvador (CCS), na Bahia. O evento ocorrerá na próxima sexta-feira (4).

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Na última terça-feira (25), conforme mostrou o Giro , Caiado havia transferido o local do evento do CCS para o estacionamento da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), em meio às pressões de lideranças do União para adiar o lançamento da pré-campanha. Parte dos correligionários defendia que o ato tivesse apenas caráter institucional, com a entrega do título de cidadão e a comenda 2 de julho, concedidos pela Alba, e que houvesse adiamento da pré-candidatura. O governador reafirmou que não recuaria sobre o início dos trabalhos para 2026.

O grupo de Caiado já preparou material da pré-campanha, com o slogan "Coragem para Endireitar o País" (veja foto abaixo) , que será usado no evento. Parte dos assessores jurídicos do governador, no entanto, fez alerta de que não poderia haver o tom político no estacionamento de prédio público. Os conselhos se intensificaram especialmente depois de Caiado divulgar nas redes sociais na quinta-feira (27) card convidando para o evento, tendo a Alba como local. A postagem foi desativada pouco depois da publicação.

Condenado recentemente por abuso de poder político justamente por ter utilizado o Palácio das Esmeraldas em evento em favor do então candidato a prefeito de Goiânia do UB, Sandro Mabel, Caiado preferiu não correr o risco de nova ação. Como mostrou o POPULAR nesta quinta, o julgamento do recurso de Caiado contra a condenação está marcado para o dia 8 de abril , no Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO).

De volta ao CCS, o evento está sendo preparado agora para cerca de 3 mil pessoas, com a possibilidade de abertura de módulos para mais convidados se houver necessidade.

(Foto: Divulgação UB)

(Foto: Divulgação UB)

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