O ministro Jesuíno Rissato, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), acatou o pedido do ex-auxiliar do governo estadual Carlos César Savastano de Toledo, conhecido como Cacai, para declarar a ilegalidade de medidas cautelares contra ele na Operação Negociatas, que apurou desvios na Companhia de Desenvolvimento Econômico (Codego) em 2020. Cabe recurso contra a decisão, mas o advogado de Cacai, Demóstenes Torres, já adianta que pedirá a nulidade da ação em que o ex-auxiliar foi denunciado pelo assassinato do empresário Fábio Escobar. Dados de mensagens do celular de Cacai ajudaram a embasar a investigação e a denúncia do caso, pelo Ministério Público Estadual (MP-GO). Ele é alvo de mandado de prisão e está foragido desde novembro do ano passado. A defesa de Cacai solicitou ao STJ a extensão de decisão judicial que beneficiou outro investigado na Negociatas Flávio Ramos de Andrade.