Atualizado às 12h12, com nota da SES-GO Atualizado às 13h40, com nota da Agir A Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram duas operações nesta quarta-feira (15) que apuram suspeitas de desvios de recursos em esquemas de organizações sociais (OSs) da saúde em Goiás. O POPULAR apurou que quatro empresários são alvos de mandados de prisão preventiva: Hilton Rinaldo Salles Piccelli, Rudson Teodoro da Silva e Roberto Leandro Carvalho, todos da Mediall Brasil, e Otávio Guimarães Favoreto, da Lifecare, que também teria ligações com o grupo da Mediall. O mandado contra Roberto ainda não foi cumprido. As duas OSs investigadas são a Associação de Gestão, Inovação e Resultados em Saúde (Agir), que foi gestora do Hospital de Campanha de Goiânia na época da pandemia da Covid-19 (março de 2020 a dezembro de 2021) e comanda outras unidades estaduais de Goiás atualmente, e o Instituto Brasileiro de Gestão Hospitalar (IBGH), que administrou o Hospital Municipal de Aparecida de Goiânia (HMAP) e três hospitais estaduais do interior (HEELJ, Heja e Herso).