Governo Lula O Brasil, em sua breve história republicana, nunca teve governos tão populares como os geridos pelo Partido dos Trabalhadores. Lula, em seu terceiro mandato, mais uma vez coloca em prática uma gestão que tem o povo brasileiro como foco principal, sobretudo as camadas que ainda passam pela situação de riscos sociais, mas sem nunca esquecer de seu papel constitucional que é o de levar este nosso amado País continental ao progresso saudável e ao desenvolvimento sustentável, dando exemplo ao mundo sobre os caminhos que esta nova era requer. E é por este viés que quero debater civicamente com aquelas pessoas que insistem em criticar os projetos sociais do Governo Lula nas mais diversas searas. Tais trabalhos nos enchem olhos e corações de esperança, pois o trato especial com uma fração de população mais carente é presságio de um futuro próximo mais alvissareiro para o Brasil em geral. Implementar projetos sociais não é caridade, mas entendimento de que a dignidade do ser humano deve ser defendida e inviolável. Estas pessoas que criticam, tantas vezes assim o fazem por nunca terem passado algum tipo de necessidade na vida, mesmo que pontualmente. É muito fácil criticar quando tudo flui bem. Quem assim age costuma estar em camadas mais elevadas da pirâmide social e na maioria das vezes comunga ideais conservadores de direita. Confesso que posso até tentar entender (em vão) este fenômeno. Agora, o que decididamente não dá pra entender - com o perdão da palavra - é “pobre de direita”. Sim! Estamos num país livre e democrático, mas esta constatação sempre me incomoda. Às vezes tento encontrar respostas e a mais plausível talvez seria a tal Síndrome de Estocolmo, o que ainda mais me entristece por se tratar de um problema de psicologia social. Não obstante, entendo que o atual governo federal luta por todos, inclusive por estes irmãos carentes, porém, de direita, que se julgam sofridos por obras do acaso ou mesmo por pensarem assim querer Deus. Mas algo que Ele não deseja é que sirvamos de “massa de manobra” para perpetuarmos feudos e feudais. O tempo das senzalas se foi e a comunidade mundial clama por dias melhores de entendimento, diplomacia, desenvolvimento sustentável e equanimidade social.