Desenrola 2.0 Em abril de 2023, dados do Banco Central e da Confederação Nacional do Comércio indicavam que 78,3% das famílias brasileiras relataram alto comprometimento da renda. As contas e dívidas em atraso atingiam 29,7%. Ao longo daquele ano e início de 2024, não houve nenhuma alteração significativa nesse quadro. Os juros nas alturas, reflexo da elevada taxa básica, a Selic, ditavam o alto custo do crédito, fomentando a manutenção do cenário. Tempos do Desenrola Brasil 1.0; julho de 2023. Com descontos de até 83% para renegociação das dívidas. O foco era reduzir o endividamento das famílias e retirar o nome de milhões de pessoas dos cadastros de inadimplentes. Em seguida, o canto da sereia: recomeçar o ciclo do endividamento estimulado pela facilidade de acesso a créditos com juros mais baixos, a tal “inclusão financeira”.