Dia das Mães Encontraremos com certeza, escritores, poetas ricos em adjetivação, que poderiam em meu lugar, redigir uma saudação às Mães. Escrever essa carta me emocionou e ao mesmo tempo, me faz ver o tamanho da responsabilidade. Os dias foram passando e me deparei e e deparei muitas vezes criando frases, parágrafos, escolhendo palavras para construir imagens e momentos que pudessem representar o universo das mães. Aqui estou para saudá-las com respeito e muita alegria, as mães de nossa bela cidade, de céu azul e de sol de luz tão intensa, dádivas divinas que nos dão à força de cada dia. Depois, deixar o vento levar minhas palavras aos mais distantes rincões desse nosso Brasil e do mundo. Chegar até as Mães negras, índias, brancas, asiáticas, esquimós... enfim, todas as mulheres Mães. Não queremos que filhos e filhas sofram, porque não temos limites para lidar com proteção. Queremos que aprendam a andar, cair e saber levantar. Queremos ser seu travesseiro para enxugar as suas lágrimas e desvendar seus segredos. Na verdade, qual a mãe que suporta ficar sem o sorriso do filho, sem suas lágrimas, sem a alegria de cada uma das suas conquistas, e até, das suas reclamações? Ficar sem a bagunça no seu quarto, a desordem na cozinha e os saques nos refrigerantes e doces na geladeira. E qual a mãe que não se assustou com aquela “revistinha”, com o preservativo, com a cartela cor de rosa, no armário escondidos, e no fundo de uma gaveta? É... Nós mães somos mulheres simples, mas firmes, fadas madrinhas que abraçam o filho para sentir e guardar o seu cheiro, para sentir seu coração batendo de alegria, de tristeza ou de medo. Um abraço repleto de carinho, ternura, proteção e de luz para sua vida. Somos mulheres que pela imensidão do nosso amor temos um pouco de Deus e, pela constância de nossa dedicação, temos muito de anjo. E antes de sermos mães, somos filhas e, como filha, faço da homenagem à minha mãe a saudação às mães de vocês. Viva o Dia das Mães! Marta Horta Figueiredo de Carvalho Jardim América - Goiânia Ata do CopomCom um Banco Central, independente, felizmente, encontramos um porto seguro em defesa da nossa moeda e na preocupação com a inflação pela ausência de respeito ao equilíbrio fiscal. Na última ata do Copom, do BC, prudência é a palavra. Alerta que a continuidade da redução da taxa Selic, apesar da queda da atividade econômica, vai depender do comportamento dos preços dos produtos no mercado diante dos efeitos maléficos desta guerra dos EUA contra o Irã, que vem elevando o preço do petróleo. Hoje, taxa básica de juros em 14,50% ao ano...Paulo Panossian São Carlos-SP