Retirada de árvores do Lago das Rosas Um absurdo extirpar 48 árvores do Lago das Rosas, conhecido por seu verde exuberante. A extirpação das mortas ou secas, e há algumas, é questão de manutenção correta. Mas 48? Parece que a quantidade é destacada com orgulho sádico. Ninguém pensou em tentativa de manutenção? Isso vai impactar diretamente toda a vida de animais do parque. Cotias, pássaros de pequeno e grande porte, araras, garças, sombra para caminhar. Será uma desolação terrível para toda a cidade e para os moradores das redondezas. O Setor Oeste tem perdido a maior parte do seu patrimônio arbóreo há tempos. No caso, como exemplo, cito uma paineira antiga e frondosa, a mais florida todos os anos, que será uma das sacrificadas. E para colocar pet place. Isso é intolerável. O mais irônico é que a reforma vem de um acordo de compensação ambiental em razão de derrubada de árvores na GO 020 para loteamento. E, ao invés de preservar, destroem outras 48. Dentre essas, angico, que é madeira de lei, mogno, e um pau Brasil, árvore histórica, rara e que por lei tem que ser preservada. Esquecem-se de que ali não é uma praça para cachorro e gente apenas. É área de preservação ambiental, com nascentes, bosque, aves, cuja preservação deveria ser o principal objetivo da “restauração/destruição” a que se propõem. Inclusive, uma das nascentes dali dá origem ao córrego Capim Puba.