Crônica e poema Quando a crônica sugere poesia, não é porque falta algo a mais e sim porque surge a inspiração. O impulso diante do que significa “uma árvore no meio do caminho” é difícil de explicar. Por isso, fechei os olhos por um momento, e me senti poeta então: Árvore linda que fazes aí?/ Com tanta beleza e imponência/ aí nasceste e aí ficaste!/ Germinou, criou raízes. Cresceu/ germinou aqui e acolá...o vento levou!/ Árvore linda, que fazes aí?/ Esparramando flores para enfeitar a vida, ou/ sim, apenas... embelezando a mata!/ Árvore Mãe que fazes aí?// Esperando a primavera que/ vem com o vento, depois da chuva/ lavar o chão! Vai levar as folhas, as sementes,/ as flores e germinar de novo./ Árvore linda, que fazes aí?/ Esperando florescer a florada da primavera!/ Árvore linda fique... para sempre aí.