Rua da Divisa Reportagem na edição desta segunda (6) informa que a duplicação da Rua da Divisa, no Setor Jaó, virou um imbróglio burocrático sem prazo para acabar, dependendo de doações de áreas federais e com a Seinfra refém desse impasse. Enquanto isso, a via sucumbe e de nada adiantam as repetidas e caras operações tapa-buraco, pois o seu leito já está completamente exaurido e saturado. A Prefeitura de Goiânia não precisa esperar a grande obra para agir. Se a via atual não comporta caminhões ultrapesados, a Secretaria Municipal de Mobilidade (SMM) deve tomar atitudes imediatas. A SMM precisa, urgentemente, realizar uma contagem volumétrica de tráfego e uma análise de carga pesada na via. Não se precisa de planilhas para ver a olho nu que o fluxo de rush, somado ao peso dos caminhões, já esgotou a capacidade física da Rua da Divisa. Além disso, a SMM deve uma explicação aos moradores e usuários da via. Como entender, por exemplo, o fato de as ruas J-71 e Alameda Paraná terem sinalização de sentido único voltada para a mesma direção? Em vez de criarem um binário para tentar dar vazão ao fluxo. É urgente a implantação de uma sinalização restritiva na Rua da Divisa com limitação de peso bruto para os veículos e restrição rigorosa de horários para o tráfego de carga. Assim o que se pede é a preservação do patrimônio público com intervenção da engenharia de tráfego antes que a via colapse de vez. Proteger o pavimento atual e garantir a segurança dos moradores e motoristas enquanto a solução definitiva não sai é o mínimo que se espera da gestão pública. Maurivan Salustiano de Oliveira Conjunto Caiçara - Goiânia Folha da prefeituraEm reportagem na edição desta terça-feira (7), o prefei to Sandro Mabel afirma que gasto com pessoal está perto do limite de alerta. O papel dos impostos é financiar serviços públicos essenciais, como saúde, segurança, educação e infraestrutura. A crítica legítima surge quando a população percebe que paga cada vez mais, mas não vê a mesma eficiência, transparência ou retorno. Nesse cenário, cresce a sensação de que o peso do Estado recai principalmente sobre quem trabalha e produz.Michel TeixeiraGoiânia-GOErramosDiferentemente do publicado na reportagem “Mabel quer requalificar gastos com pessoal”, o índice correto que corresponde ao gasto com a folha em relação à Receita Corrente Líquida nos últimos 12 meses é 46,28%.