Calçadas de Goiânia Caminhar por Goiânia hoje, para muitos, é um teste de equilíbrio e paciência. Se a fiação aérea da capital já começou a ganhar um fôlego organizado com iniciativas como o Projeto Cidade Segura, há outro gargalo histórico clamando por uma intervenção idêntica, contínua e firme: a reordenação das nossas calçadas públicas. O que deveria ser um espaço de convivência e livre trânsito para o pedestre transformou-se, ao longo das décadas, em um campo de obstáculos. A realidade revela pisos quebrados, buracos e desníveis que impossibilitam o trânsito seguro de idosos, carrinhos de bebê e pessoas com mobilidade reduzida. São espaços ocupados de várias formas, destacando-se a fiação baixa, restos de construção civil e até veículos estacionados que forçam o pedestre a disputar espaço com os carros no asfalto. Há, no entanto, outro complicador silencioso e perigoso. São restos de árvores cortadas há décadas, cujas raízes destruíram o concreto e que hoje sobrevivem apenas como tocos no meio do caminho. Embora o problema seja generalizado, a situação atinge níveis críticos nos bairros mais tradicionais e populosos de Goiânia, onde o desenho urbano antigo e o desgaste do tempo cobram o preço mais alto. A urgência se concentra em locais como: Centro, Campinas, Jardim América, Vila Santa Helena, Urias Magalhães, Morada do Sol, Setor Coimbra e outros. Ninguém espera que calçadas históricas e degradadas se transformem em tapetes de acessibilidade do dia para a noite. No entanto, uma ação contínua, planejada e fiscalizada enviará um sinal claro de cuidado urbano. Ao ver as primeiras calçadas sendo desimpedidas, os tocos antigos sendo removidos e o espaço público sendo devolvido ao cidadão, a população de Goiânia sentirá de imediato os reflexos positivos. Afinal, uma cidade inteligente e humana começa pelo chão onde a gente pisa. Carlos Roberto da Rocha Centro-Goiânia Genial/QuaestOs candidatos com maior preferência na pesquisa Genial/Quest, divulgada nesta quarta-feira (15) seguem o presidente Lula (PT-SP), irresponsável no equilíbrio fiscal, e o senador supostamente metido em falcatruas com o Banco Master, Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A soma dos porcentuais que alcançaram no primeiro turno os demais candidatos não passa de 13 pontos. Ou seja, se ainda restam políticos e eleitores que se preocupam com a Nação, urge apoio a um candidato que se identifique com os clamores da nossa sociedade. Acorda, Brasil... Paulo PanossianSão Carlos-SP