EtanolAo aumentar o porcentual de mistura de etanol na gasolina de 30% para 32%, o governo brasileiro dá um passo importante em prol do meio ambiente, com menos emissões e degradações do ar atmosférico. Outro aspecto que devemos elencar nesta postura governamental é que teremos uma economia muito mais encorpada, já que as indústrias dos biocombustíveis, serão muito mais fortalecidas, competitivas e respeitadas. Temos a oportunidade e a possibilidade de geração de muito mais empregos, e oportunidades para a população brasileira, assim como a valorização do agronegócio, com a ampliação e valorização do plantio da cana de açúcar. Ao entrarmos no quarto mês de guerra entre Estados Unidos e Irã, e consequentemente termos restrições no escoamento do petróleo pelo estreito de Hormuz, o aumento do preço do barril de petróleo no mundo pode impactar preços no Brasil, e tal medida vai mitigar esse efeito para que nossa população não fique prejudicada com repasses de aumento de preços nas bombas dos postos. Essa questão do etanol pode e deve segurar prováveis majorações no preço final da gasolina, do óleo diesel, óleo lubrificante e outros derivados. É sempre bom lembrar que os motores modernos já são abastecidos com etanol e gasolina, são veículos flex, o que não prejudica em nada o funcionamento. Márcio Manoel Ferreira Jardim Novo Mundo - Goiânia Tarifaço dos EUASobre as novas tarifas aplicadas ao Brasil pelos EUA, o secretário norte americano Marco Rubio diz que “é primeira fatura de uma escolha política que o Brasil fez há anos, e agora finge não ter feito”. O governo brasileiro passou décadas mudando para a órbita de Pequim e, agora, o antigo aliado manda a conta. O Brasil vende soja, minério, petróleo para a China, permite a instalação de fábricas chinesas em território brasileiro, e são várias indústrias nacionais e mineradoras já adquiridas pelos chineses. Em Goiás mesmo, em Catalão, tivemos a Copebrás, que explora nióbio, vendida aos chineses. Compraram em outros Estados quatro minas de ouro. Antes, quando os parceiros eram os norte-americanos, eram chamados de “imperialistas”. Mas com a China são chamados de “parceiros estratégicos”. Hoje, o país depende da China, pois a preferência é exportar para lá. Já contra Washington querem a lei da reciprocidade. Ninguém fala das tarifas de 55% imposta pela China quando o país ultrapassar a exportação da cota anual de 1,1 milhão de toneladas de carne. O objetivo é proteger o mercado pecuário chinês. O tarifaço de 25% americano é bruto, é alto, mas é a resposta que dão ao Brasil cobrando o preço de sua própria política externa. Maria de Lourdes BarbalhoSetor Oeste - Goiânia