Carta a FlávioBolsonaro, você está bem nas pesquisas e poderá ficar muito melhor se atender o nosso pedido. Saiba você que na Revolução de 64 os funcionários civis ou militares que não obedeciam as ordens de prender, torturar e até matar os supostos comunistas eram passados para a inatividade, aposentados ou reformados, recebendo um dia de salário para cada ano de serviço. Os crimes, segundo os revolucionários, não eram tão graves assim, do contrário seriam exonerados. Do período da Revolução para cá já se foram dez presidentes. Todos falaram mal do governo revolucionário, mas ninguém quis corrigir os erros praticados, inclusive o governo Lula, eleito muitas vezes. O que nós queremos de você, Flávio Bolsonaro, é uma promessa pública, registrada em todos jornais do Brasil: se você for eleito haverá uma lei corrigindo os erros praticados no governo da Revolução, ou seja, a anistia dos funcionários públicos aposentados ou reformados de 1964 até 1984, agora com passagens ou vencimentos integrais, com duas ou mais promoções para corrigir mais de 40 anos de injustiças praticadas pelo governo da Revolução, a partir de fevereiro de 2026 ou antes. Jurandy Pereira da SilvaAparecida de Goiânia-GO Ranking da Copa Recordes e marcas no esporte, assim como na vida, foram feitos para serem quebrados. Diante desta constatação explico aqui o motivo de ter torcido pela vitória da Espanha nesta Copa do Mundo. Apesar da pífia atuação de nossa seleção, torci contra a Argentina por constatar o iminente crescimento desta bela seleção que fatalmente a levará a grandes vitórias e possivelmente novos títulos mundiais. Vale lembrar que num cenário onde o Brasil - Pentacampeão - preserva há tempos essa hegemonia, caso a Argentina lograsse êxito nesta Copa se juntaria a Alemanha e Itália (ambas tetracampeãs) e lógico que, como brasileiro, não quero que isso ocorra. Só que pelo andar da carruagem isso é questão de tempo, de pouco tempo. Até mesmo porque a CBF, que gere esta nossa atual “Seleção de Horrores”, não esboça há tempos nenhuma atitude positiva para salvar nosso futebol que insiste em viver à sombra de tão belas Seleções Canarinhas de outrora. Mas foi bonito ver a garra de nossos hermanos jogadores argentinos em todos os jogos, com exceção deste último e mais importante compromisso onde deixaram muito a desejar. Mas é uma exceção. Algo impossível de perceber em algum jogador tupiniquim,, imaginem na seleção como um todo. Vergonha! Ao menos uma constatação pode e deve nos orgulhar. Juntando as carreiras e títulos de Messi e Mbappé, ambos ainda ficariam atrás de Pelé, este sim o Rei do Futebol! Roberto Célio P. Silva Setor Pedro Ludovico - Goiânia