Melhor fonte de informação localHá mais de seis anos assino o jornal O POPULAR, certamente a melhor fonte de informação local, sem a qual fica difícil acompanhar o andamento do Estado de Goiás. A modalidade de assinatura que inclui o jornal físico e o digital é muito conveniente. De férias em Minas Gerais, não posso receber o jornal físico, mas acompanho os textos na versão facsimilar ou mesmo diretamente no site. Escrevo para parabenizar a qualidade da seção de Opinião, sempre povoada de escritores inteligentes e preparados. Detenho-me sobre o texto da edição do dia 18 e 19 de julho, quando publicaram artigo de Mario Sergio Conti (uma resenha crítica imperdível da tradução do grego para o inglês da Odisseia, por Emily Wilson) e a opinião acertadíssima sobre dependência e fanatismo do médico Antônio de Moraes Júnior.Por todos esses anos, o jornal é meu aliado em minhas aulas de Língua Portuguesa: a Base Nacional Curricular Comum (BNCC) aborda todos os gêneros jornalísticos, da opinião ao fato, da notícia e reportagem à publicidade e propaganda, do editorial ao classificado. O jornal traz texto de qualidade e atualidade da língua portuguesa nas suas modalidades escritas, ajudando imensamente no ensino dos gêneros e na concretização e aprofundamento das aprendizagens por meio da prática de leitura. Assim como comunico meu prazer em ler bons textos quando os encontro, tento provocar meus estudantes à leitura do jornal físico ou mesmo o digital, na tentativa de mostrar quais fontes de informação são fidedignas, como entender os vieses informativos de cada tipo de órgão de imprensa e, além de tudo, como se proteger da desinformação.Alex MendesVila São Luiz - Goiânia Visita de MileiA eleição presidencial deste ano, mais que nunca, traz o tema soberania à discussão. Começou com o governo Trump, para desgosto de uns e possível salvação de outros. Mas a coisa tem suscitado ampliação de influências, com a campanha de um candidato ancorada basicamente no apoio e subserviência internacional. Para corroborar essa verdade, esteve no Brasil o presidente argentino, sem agenda governamental, mas unicamente político-eleitoral. Tal presidente falou, vociferou, cantou, dançou e fez manobras de palanque dignas do palhaço que tem se mostrado. A dúvida que fica, e que precisa ser elucidada, é se as bravatas exacerbadas são dele próprio ou ainda de quem alardeia o papel de seu conselheiro.Lenoar Santos Macedo Silvânia-GO