STF e eleiçõesTemos assistido uma discussão sem precedente na Suprema Corte, envolvendo diretamente dois ministros que se notabilizam por extremas diferenças; de equivalência jurisdicional que transcende ao campo político, sem deixar de deixar pegadas quanto à violação da laicidade do Estado. No fundo, a questão central tem como ponto de partida o caso Master, conduzido pela Polícia Federal, a quem tem sido atribuída responsabilidade pela formulação de relatórios informais envolvendo um dos ministros, além de denúncias comprovadas que implicam ações meritórias contra um dos candidatos à Presidência da República. Enquanto um dos ministros busca explicar denúncias supostamente forjadas, o outro tenta apagar vestígios de delações comprovadas, trazendo consequências para um dos candidatos a Presidência. Enquanto um tenta, por decisão monocrática, impedir a continuidade das investigações da Polícia Federal, determinando inclusive o afastamento do diretor geral dessa corporação, o outro, também por decisão monocrática, suspende o afastamento em questão, o que desperta a necessária intervenção da presidência do Supremo para revogar as ditas decisões e dar prosseguimento às investigações.Em síntese, estamos na iminência de relações perigosas que já intervieram e podem assumir maiores consequências nas eleições presidenciais, como se não bastassem os subterfúgios do governo norte-americano, cujo objetivo maior é o de aproveitar o momento para cooptar a nação brasileira, sob o manto do Escudo das Américas: colocar todos no grande quintal sob o mando do colonizador, impedindo o multilateralismo, ou relações comerciais com a grande nação emergente (China). Basta acompanhar o périplo do secretário de Estado dos EUA pelos países latino-americanos, procurando apoio irrestrito, em uma perspectiva neocolonialista e restritiva à multipolarização; impondo um domínio exclusivo. Só resta buscar a conciliação de um estado nacional comprometido com o desenvolvimento de todos.Valter Casseti Sítio de Recreio Pindorama - Goiânia Araújo JorgeSobre a reportagem mostrando que atrasos e cancelamentos afetam sessões de radioterapia no Hospital Araújo Jorge, vale lembrar que este hospital faz milagres com o parque tecnológico de radioterapia que possui e presta um serviço inestimável e de qualidade. Faltam aceleradores lineares no Brasil (fabricamos aviões, mas não fabricamos aceleradores). Falta de estratégia de saúde pública do Ministério da Saúde.Cerca de 40% dos pacientes no Brasil que necessitam de tratamento radioterápico não o fazem por falta de aceleradores lineares.Paulo Adriano de Q. BarretoGoiânia-GO