O PT nunca foi competitivo em Goiás, um estado com predominância de políticos de centro ou de direita desde os idos do PSD e da UDN. Nas eleições para o governo ficou entre traço – o candidato Athos Magno recebeu 0,68% dos votos em 1983 – a no máximo 15,1% – votação de Marina Sant’Anna em 2002. O partido ocupa uma posição periférica no Estado, apesar de ter disputado quase todas as eleições desde 1982 e de ter vencido três em Goiânia. Só não figurou na urna para o governo duas vezes, em 2006, quando se coligou com o PSB, e em 2010, esta vez com o MDB de Iris Rezende. Nem em 2022 nem neste 2026, as eleições mais difíceis para Lula, o PT local se reinventa, a julgar pelos atuais acontecimentos. Aliás, parece que em vez de aprender com os erros, o partido os aprimora. Já com o mês de junho caminhando para sua metade e o os petistas não têm candidatos majoritários.