Romário Policarpo (Alberto Maia / Câmara Municipal de Goiânia) O presidente da Câmara de Goiânia, Romário Policarpo (Cidadania), confirmou nesta terça-feira (2) em entrevista ao quadro Plural, na rádio CBN Goiânia, que discorda de realizar a reforma do Instituto de Previdência dos Servidores Municipais (GoianiaPrev) antes de a prefeitura pagar sua dívida (que o instituto chama de “equilíbrio atuarial”) que era de R$ 1,2 bilhão em 2018. Na época o prefeito Iris Rezende propôs e a Câmara aprovou uma reforma, que aumentou de 11% para 14% a contribuição dos servidores. A reforma autorizou doação de áreas públicas para o instituto e o repasse de todo o fluxo da dívida ativa do município para cobrir recolhimento atrasado da parte patronal. Só que em ação movida pelo então vereador Elias Vaz (PSB), a justiça cancelou a doação dessas áreas. Por isso Romário Policarpo, que já foi presidente do SindGoiania, afirma que é necessário que a prefeitura recalcule o que deve ao instituto antes de uma reforma que poderia onerar mais o servidor.