PSB, Novo e Mobiliza incluíram em suas convenções a possibilidade de integrantes de suas chapas de deputado estadual e deputado federal apoiarem candidaturas majoritárias que estão em outras coligações. Na esquerda, a sigla presidida pela vereadora Aava Santiago (PSB), que ficou na coligação encabeçada pelo ex-deputado estadual Luis Cesar Bueno (PT), estabeleceu expressamente que qualquer apoio ao governo estadual ou a senador não será encarado “como ato de infidelidade partidária”. Na direita, o Novo é o único partido que formalizou aliança com o PL do senador Wilder Morais (PL), mas permitiu a “possibilidade eventual e pontual de candidatos proporcionais não apoiarem os candidatos proporcionais ou majoritários definidos em convenção”. Incluído na aliança que apoia a reeleição do governador Daniel Vilela (MDB), o Mobiliza foi mais comedido, liberando apenas o vereador Cabo Senna e o ex-deputado estadual Daniel Messac para apoiarem o ex-governador Marconi Perillo (PSDB) na corrida pelo Palácio das Esmeraldas. Ambos buscam cadeiras na Assembleia Legislativa.