Caio Henrique Salgado, jornalista. (Divulgação) O presidente do Instituto Municipal de Assistência à Saúde dos Servidores de Goiânia (Imas), Paulo Henrique da Farmácia, iniciou na terça-feira (1°) discussões com o prefeito Sandro Mabel (UB) sobre as medidas que serão adotadas na tentativa de solucionar a crise financeira no órgão. As ações serão definidas por um grupo de trabalho que acaba de ser criado, mas está certa a atuação em duas frentes: elaboração de um plano para renegociação de aproximadamente R$ 250 milhões em dívidas com fornecedores e envio de um projeto de lei à Câmara de Goiânia. A proposta legislativa está em fase inicial de discussão, mas deve incluir mudança de nome como estratégia para recuperar a credibilidade do instituto. Também são certas medidas amargas como o aumento da contribuição, que hoje é de 4% sobre a folha dos ativos e inativos. A Prefeitura banca outros 4% que completam receita mensal de R$ 15 milhões. As despesas estão na casa dos R$ 20 milhões.