Com o aval nacional para assumir as presidências do PRD e da federação formada com o Solidariedade em Goiás, o presidente da Assembleia Legislativa, Bruno Peixoto (UB), vai deixar a mudança para o período de trocas partidárias sem risco de perda de mandato, que será aberto em março. O deputado estadual diz à coluna que solicitou uma análise jurídica da possibilidade de assumir o comando da agremiação mesmo antes de deixar o União Brasil, mas adianta que a situação é complexa e são altos os riscos envolvidos. O principal entrave é o fato de o estatuto de sua futura sigla exigir que todos os dirigentes sejam filiados. “A presidência da federação pode ficar vaga até que eu possa trocar de partido”, explica. Confirmando o que esta coluna antecipou recentemente, a cúpula da Federação Renovação Solidária se reuniu na terça-feira (13), em São Paulo, e decidiu que a direção estadual ficará nas mãos de Bruno, que é pré-candidato a deputado federal.