O presidente da Assembleia Legislativa, Bruno Peixoto (UB), apresentou um pacote com três projetos que alteram a legislação ambiental de Goiás. Uma das propostas cria o Índice de Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos. A ideia é que o IGRSU defina o repasse de 40% do ICMS Ecológico a prefeituras. Pelo texto, encaminhado à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), cidades com coleta seletiva ampla, consórcios intermunicipais e que destinarem resíduos para usinas de reciclagem ou compostagem receberão mais verba. Por outro lado, quem mantiver lixões ou inércia fiscal será punido. Caso a nova regra seja aprovada pelos deputados estaduais e entre em vigor, municípios que sediarem aterros regionais ou direcionarem mais de 70% dos rejeitos para tratamento térmico e usinas licenciadas terão acréscimos automáticos na nota. O projeto de lei complementar prevê auditoria e monitoramento dos dados em 2027, possibilitando que a nova metodologia passe a valer a partir de 1º de janeiro de 2028.