A gestão Daniel Vilela (MDB) pretende retomar as articulações junto aos ministros do Supremo Tribunal Federal nos próximos dias, de olho no julgamento que referendará ou não a liminar concedida pelo ministro Nunes Marques no âmbito da Ação Cível Originária movida por Goiás para cobrar aumento nos repasses da União à Saúde estadual. A Corte definiu nesta quarta-feira (17) que iniciará a análise do caso no dia 26 de junho. Por contado recesso de julho, o encerramento está previsto para 4 de agosto. A inclusão da ACO na pauta ocorreu menos de uma semana após o relator, ministro Nunes Marques, conceder liminar parcial determinando que a Comissão Intergestores Tripartite (CIT), do Ministério da Saúde, estabeleça critérios para o rateio dos recursos entre estados e municípios. O magistrado rejeitou, no entanto, o pedido para que o governo federal pague valores retroativos que somam R$ 1,2 bilhão ao estado.