O Supremo Tribunal Federal (STF) voltou a analisar, nesta sexta-feira (11), a ação direta de inconstitucionalidade movida contra a lei estadual que autoriza a extração do amianto crisotila em Minaçu. A retomada do julgamento virtual se deu com a devolução do pedido de vista do ministro Luiz Fux, que consolidou uma maioria de seis votos pelo encerramento da atividade econômica. Falta agora definir quais serão os parâmetros da proibição. Assim como já havia feito Nunes Marques, Fux seguiu a divergência aberta por Gilmar Mendes, que propôs um prazo de cinco anos após o encerramento do caso no STF para a decisão passar a ter validade. Rosa Weber, agora ex-ministra, e o presidente da Corte, Edson Fachin, defendem a paralisação imediata. Até o momento isolado, o relator Alexandre de Moraes votou pela concessão de um prazo de 12 meses. Ninguém se posicionou pela rejeição da ADI até o momento.