O governo federal prepara um plano para conter efeitos previstos do El Niño, que pode chegar com forte intensidade ao País. Entre os riscos já detectados estão o de quebra da safra de arroz e milho, além da redução da produção nas usinas hidrelétricas. Medidas serão iniciadas para reduzir os prejuízos, como o acionamento de usinas termelétricas e o aumento de estoques de gêneros agrícolas, como arroz e milho. O fenômeno climático deve provocar episódios extremos que variam de acordo com a região. No Centro-Oeste, por exemplo, a seca deve ser mais rigorosa, com atraso das chuvas. Em consequência, há possibilidade de problemas no abastecimento, aumento de queimadas, ondas de calor, impacto na saúde pública e na agricultura. Assim como a União, o governo estadual tem em mãos um planejamento para enfrentar tais desafios, com medidas para minimizar eventuais desabastecimento em municípios, reforço em aceiros e em equipamentos para combater incêndios.