O Ministério Público de Contas (MPC) e o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) agem corretamente ao acompanhar de perto as alterações na política de financiamento da saúde em Goiânia. Conforme O POPULAR revelou em primeira mão, a Secretaria da Fazenda (Sefaz) informou à Secretaria Municipal de Saúde (SM) um limite de R$ 4 milhões no repasse do Tesouro para pagamento de credenciados. O valor anterior era de R$ 10 milhões, e a diferença seria compensada por outras fontes, como emendas parlamentares. Em consequência, o secretário municipal de Saúde, Luiz Pellizzer, determinou aos gestores da pasta, em caráter emergencial e excepcional, a redução do quadro de profissionais credenciados em cada unidade. O ofício é datado de 4 de setembro. Na semana passada, o MPC emitiu parecer favorável para que o TCM conceda medida cautelar garantindo o valor integral dos repasses e determinando que a Prefeitura se abstenha de reduzir plantões, escalas e serviços essenciais nas unidades de saúde.