A Prefeitura assinou um novo contrato com a Companhia Municipal de Urbanização de Goiânia (Comurg). O acordo, válido por cinco anos (e com possibilidade de prorrogação por igual período do tempo), amplia a gama de serviços e, consequentemente, eleva de forma significativa os valores envolvidos. O contrato em vigor foi firmado em 2023, ainda na gestão de Rogério Cruz — de péssimas lembranças quando o assunto é o asseio da cidade. Após uma sequência de aditivos, o montante chegou a R$ 653 milhões. O novo vínculo tem valor anual de até R$ 1,4 bilhão, considerando-se o teto contratual. É, portanto, mais do que o dobro do que se pagava anteriormente. Na prática, segundo cálculos internos, o gasto final deve ser bem menor e gire em torno de R$ 30 milhões por mês, ou R$ 360 milhões por ano. Somados aos valores pagos ao Consórcio Limpa Gyn — cerca de R$ 276 milhões anuais —, chega-se a uma conta altíssima para a limpeza urbana, tratamento de resíduos e os diversos serviços de zeladoria.