O prefeito de Goiânia, Sandro Mabel (UB), já admitiu publicamente que a saúde é uma das áreas mais delicadas da gestão. Uma decisão da Justiça, tomada nesta semana, indica que os problemas persistem. A juíza Jussara Cristina Oliveira Souza, da Vara da Fazenda Pública Municipal de Goiânia, deu prazo de 72 horas para que a Secretaria Municipal de Saúde se manifeste sobre uma ação do Ministério Público que busca garantir o fornecimento de medicamentos e insumos básicos nas unidades públicas da capital. A ação, ajuizada por quatro promotores, baseia-se em duas inspeções realizadas em 11 unidades, entre Centros de Atenção Integrada à Saúde (Cais), Centros Integrados de Atenção Médico-Sanitárias (Ciams) e Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs). A mais recente ocorreu em 31 de agosto. Portanto, é bastante recente. Em ambas, foram constatadas faltas de medicamentos, materiais e exames.