Reportagem na edição desta sexta-feira (2) revela que as duas maiores cidades do estado, Goiânia e Aparecida, devem R$ 100 milhões do subsídio do transporte coletivo. Outras duas prefeituras, de Trindade e Goianira, enfrentam situação parecida, com débito de R$ 44 milhões referente ao rateio do complemento tarifário. A situação dos municípios mostra que será preciso avaliar cuidadosamente a política de subsídio, para que ela não seja ameaçada por calotes sucessivos, criando um passivo que pode inviabilizar a subvenção pública. O sistema, alimentado pelo estado e prefeituras da região metropolitana, é fundamental para manter a tarifa de ônibus congelada a R$ 4,30, como vem ocorrendo desde 2019. O preço da passagem é um dos fatores essenciais para tornar o transporte coletivo atrativo, além da qualidade, rapidez e pontualidade.