Depois de oito meses de espera, o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) finalmente liberou a continuidade do processo de contratação de uma empresa para auxiliar na gestão do Instituto Municipal de Assistência à Saúde dos Servidores (Imas). Trata-se de uma vitória política para o prefeito de Goiânia, Sandro Mabel (UB), mas, sobretudo, de uma luz no fim do túnel para os usuários do serviço. O contrato com a Total Assistência Médica Hospitalar é de R$ 10 milhões pelo período de um ano. Segundo o presidente do Imas, Gardene Moreira, a empresa prestará apoio operacional em áreas como atendimento e auditoria, entre outras. O próximo passo da Prefeitura será enviar à Câmara Municipal um projeto que poderá promover mudanças mais profundas no instituto, especialmente nos critérios de ingresso e na cobrança das mensalidades, que passariam a considerar a faixa etária dos usuários. Com dívidas que somam mais de R$ 220 milhões, a autarquia vive uma crise no atendimento.Após a decisão do TCM, Mabel afirmou que o “Imas vai voar” caso a proposta seja aprovada pelos vereadores. O que os 64 mil usuários esperam, porém, é que esse voo ponha fim às turbulências enfrentadas nos últimos anos.