Na última quinta-feira (28), a operação Carbono Oculto desmascarou um gigantesco esquema do crime organizado, com ramificações em Goiás. A investigação, conduzida pela Receita Federal e pela Polícia Federal, desmontou uma rede que atua em toda a cadeia dos combustíveis - da produção à venda no varejo - e também no coração financeiro do País. Na superedição de fim de semana, O POPULAR trouxe mais detalhes sobre como o grupo atua em Goiás. Pelo menos 28 postos de combustíveis, dez empresas - entre distribuidoras e transportadoras - e três usinas espalhadas pelo território goiano são suspeita integrarem o braço empresarial do Primeiro Comando da Capital (PCC). Também no fim de semana, veio à tona a informação de que foi em Goiás que a mesma facção preparou parte da logística de um plano para matar o promotor Amauri Silveira Filho, de São Paulo, um dos responsáveis por investigar o grupo.