Não se espere que o ministro do STF André Mendonça se envolva em contratos de R$ 130 milhões com quem quer que seja, mas o risco dele é seguir os passos de Alexandre de Moraes na concentração de poderes, decisões autoritárias e litígios com órgãos e agentes que deveriam ser, antes de tudo, parceiros. Moraes repetiu o tombo histórico de Sérgio Moro e agora é Mendonça quem tem de evitar sofrer o tombo de Moro e do próprio Moraes, que foram do céu ao inferno com incrível rapidez. O poder sobe à cabeça, mas é efêmero. Os poderosos nunca aprendem Assim como Moraes chegou a ser relator de 21 dos 37 inquéritos do STF, no início de 2025, incluindo os de maior impacto e que atingiam Jair Bolsonaro e seu governo, Mendonça é hoje responsável pelos explosivos Banco Master e INSS, resvalando para Lulinha, filho do presidente Lula.