A onda é a favor de Flávio Bolsonaro e contra Lula, que encontra condições de tempo e temperatura bastante desfavoráveis para atravessar o segundo turno com chance de vitória. Hoje, já se pode fazer o que não foi possível no fim do primeiro turno: apontar um favorito, que é Flávio. A Flávio, basta não cometer erros. Para Lula ter chance de mais um mandato, é preciso acertar nas estratégias e nos aliados e alvos num ambiente hostil - e com o tempo correndo contra. Imagine-se o clima na campanha de Lula, envolvida em decepção, desânimo e troca de acusações. Não é lenda, é real que nenhum candidato chegou em segundo lugar no primeiro turno conseguiu uma reviravolta espetacular no segundo e vencer. Lula seria o único a conseguir a façanha desde a redemocratização, mas nada indica que tenha o que sacar da cartola a tempo de mudar o jogo até o dia 25.