Para ampliar as fases de processamento de terras raras em Goiás ao ponto de chegar à mercadoria com valor agregado, a Serra Verde deve considerar uma série de fatores, como a mão de obra, a energia e os insumos (como reagentes) necessários. Este foi um dos pontos discutidos em reunião entre o governador de Goiás, Daniel Vilela (MDB), e o presidente da empresa, Ricardo Grossi, nesta quinta-feira (23), no Palácio Pedro Ludovico Teixeira. A Serra Verde é a única mineradora ativa no Brasil que atua neste setor, fica localizada em Minaçu, no Norte de Goiás, e foi vendida por R$ 13,8 bilhões para a companhia norte-americana USA Rare Earth. O anúncio foi feito na segunda-feira (20). De acordo com Daniel, a iniciativa da reunião desta quinta foi da empresa, que usou a oportunidade para apresentar à administração estadual os detalhes da operação e informações sobre o mercado internacional.