Oito anos depois da determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para reorganização dos serviços do foro extrajudicial (cartórios) em Goiás, o Tribunal de Justiça do Estado (TJ-GO) enviou projeto de lei à Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) este mês com proposta de nova estrutura, mas com prazo em aberto para implantação, a depender da vacância das unidades. A Alego já antecipou que vai discutir propostas de limitação deste prazo. O projeto prevê criação de novas serventias, por desmembramento ou desdobramento, e alteração de atribuições daquelas já existentes, em quantidade não detalhada pelo TJ-GO. A justificativa do projeto fala em “modernização da estrutura notarial e registral e distribuição mais eficiente dos serviços extrajudiciais, reduzindo desigualdades no acesso, especialmente nas regiões mais afastadas ou com menor oferta desses serviços”.