A sinalização do prefeito de Goiânia, Sandro Mabel (UB), de que poderá promover mudanças no primeiro escalão da Prefeitura é vista por vereadores da base aliada como um movimento “esperado”, “normal”, ligado, sobretudo, a uma decisão pessoal do próprio chefe do Executivo, mas opinam que as alterações não serão “profundas”. Entre os aliados, há a leitura de que eventuais trocas devem levar em conta a falta de resultados em algumas áreas ao longo do primeiro ano de gestão. Um dos críticos mais vocais em 2025 à falta de atendimento de auxiliares a vereadores, tendo cobrado especialmente mais atenção da secretária Giselle Faria (Educação), Pedro Azulão Jr. (MDB) afirma que a maioria dos secretários “melhorou e entendeu o que o prefeito queria, e agora estão dando conta”. Ele atribui que a decisão de troca é “de prerrogativa do prefeito”.