O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), negou nesta sexta-feira (16) um habeas corpus movido por um advogado que pedia que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) fosse para prisão domiciliar, pois seus direitos não estariam sendo respeitados na cela na Superintendência da PF. O pedido foi protocolado por advogado que não atua para o ex-presidente e encaminhada ao STF antes de Bolsonaro ser transferido, na quinta-feira (15), para a Papudinha por ordem do ministro Alexandre de Moraes. Ainda assim, Gilmar entendeu que não seria cabível o recurso de um terceiro sem relação com o processo, uma vez que a defesa oficial do ex-presidente está atuando no caso. No X, o advogado de Bolsonaro, Paulo Cunha Bueno, explicou que a jurisprudência do STF não permite que a decisão de um ministro relator do STF seja modificada por meio de habeas corpus, motivo pelo qual a defesa não optou por essa via.