A Associação Goiana do Ministério Público (AGMP) protocolou nesta segunda-feira (13) representação à Procuradoria-Geral de Justiça de Goiás (PGJ) em que solicita medidas extrajudiciais e judiciais para suspender o efeito de atos do governo de Goiás que criaram regras para analisar requisições apresentadas pelo Ministério Público de Goiás (MP-GO). O POPULAR revelou no domingo (12) que uma nota técnica e um despacho da Procuradoria-Geral do Estado (PGE) instituíram diretrizes para definir quando responder ou deixar de atender às solicitações de promotores de Justiça. A PGJ divulgou nota na noite desta segunda em que afirma que “atos administrativos internos de outros órgãos não possuem aptidão jurídica para restringir ou condicionar o exercício do poder (de requisição do MP, garantido pela Constituição Federal), tampouco vinculam a atuação do MP”. “A fiscalização da regularidade das requisições ministeriais compete aos órgãos internos de controle do próprio Ministério Público”, afirma.