Depois de lançados nas convenções partidárias, os candidatos ao governo de Goiás passam a buscar estratégias para superar desafios e valorizar vantagens de discurso e estrutura no planejamento da campanha, que será iniciada em 16 de agosto, dia seguinte ao registro das candidaturas junto à Justiça Eleitoral. Especialistas ouvidos pelo POPULAR apontam que os processos de divisão interna ou de frustração na busca por mais apoios, durante a pré-campanha, geraram desafios adicionais a todas as chapas. Os principais riscos de fragmentação, segundo os analistas, residem na ampla base de apoio em torno da coligação liderada pelo governador e candidato à reeleição, Daniel Vilela (MDB). Com o maior número de partidos e tempo de propaganda no Rádio e na TV, o emedebista encontra vantagens claras na avaliação sobre a força política, mas enfrenta divisões internas, como as consequências da disputa pela vice e as divergências causadas pelos quatro nomes lançados ao Senado.