O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou, nesta sexta-feira (31), que o Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) se manifeste, no prazo de cinco dias, sobre o pedido que questiona a legalidade da pena de aposentadoria compulsória aplicada ao juiz Adenito Francisco Mariano Júnior, de Silvânia (Região Centro-Sul de Goiás), que é investigado desde 2024 por venda de sentenças. Em 13 de abril, o Órgão Especial do TJGO decidiu pela aposentadoria compulsória do juiz. A defesa de Adenito acionou o CNJ questionando a validade da penalidade diante de um precedente do Supremo Tribunal Federal (STF) que indicou que a punição pela aposentadoria compulsória não teria mais amparo constitucional. O caso já consta na pauta de julgamentos da próxima terça-feira (4) do CNJ. Procurado, o TJGO apenas informou, por meio de sua assessoria, que o caso “está em segredo de Justiça”.