A briga protagonizada pelos deputados estaduais Major Araújo e Amauri Ribeiro (ambos do PL), que levou ao encerramento precoce de sessão ordinária da Assembleia Legislativa nesta quinta-feira (7), agrava o contexto de divisão interna e o debate sobre a relação do partido com o governo estadual. O conflito gira em torno de acusações de Araújo contra o histórico de Amauri como aliado ao Palácio das Esmeraldas, em contraposição à defesa do projeto de oposição, liderado pela pré-candidatura do senador Wilder Morais ao Executivo. Antes de culminar na troca de ofensas e xingamentos, quase vias de fato e até ameaça de morte, a discussão entre os parlamentares partiu das críticas feitas por Amauri, na sessão plenária de 30 de abril, contra o que classificou como falta de posicionamento do senador e presidente estadual do PL, Wilder Morais, sobre a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal (STF).