Os deputados estaduais aprovaram, por 23 votos favoráveis e nenhum contrário, o projeto de lei enviado pelo governador Daniel Vilela (MDB) que estabelece a divisão do teto global de gastos do estado entre os poderes e órgãos autônomos, com base nos critérios em vigor desde janeiro, com a adesão ao Plano de Pleno Pagamento das Dívidas dos Estados (Propag). De acordo com o Executivo, o texto atende às principais demandas apresentadas pela própria Alego, Defensoria Pública (DPE-GO) e Tribunal de Justiça (TJ-GO) desde o fim do ano passado. A proposta inclui no limite de despesas primárias, todo o valor referente ao orçamento de 2026, além dos créditos adicionais vigentes até 30 de junho. A redistribuição do teto global do estado não considerou a base de cálculo referente a 2021 para avaliação dos limites dos poderes e órgãos autônomos, mas definiu um novo marco referente ao orçamento de 2026. A partir do próximo ano, o orçamento seguirá os reajustes previstos nas regras do Propag, com aplicação do IPCA e até 70% da variação positiva da receita primária.