Atualizado em 03/09/2025, com declarações do ex-presidente da Goiás Bioenergia Dez empresas de Senador Canedo, na Região Metropolitana de Goiânia, foram alvos de mandados de busca na megaoperação deflagrada nesta quinta-feira (28) pela Polícia Federal, Receita Federal, Ministério Público Federal e Ministério Público de São Paulo (MP-SP) para investigar a infiltração do crime organizado no setor de combustíveis, com suspeita de esquemas de fraudes e lavagem de dinheiro. O dado foi divulgado pela Receita, em um total de 315 mandados, mas o órgão não informou os nomes das empresas. Lista divulgada pelo portal UOL aponta também uma usina de Porteirão (GO) entre as pessoas jurídicas investigadas na operação, batizada de Carbono Oculto. Além disso, o MP-SP informou, em entrevista coletiva, que as apurações já identificaram uma rede de postos de combustíveis em Goiás usada para atender interesses da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Segundo os investigadores, a rede não foi alvo nesta quinta porque a operação focou no “andar de cima”.