Apontando aumento de custos e possível pressão inflacionária, o empresariado deve voltar a se articular contra a aprovação da o fim da escala 6x1 no Congresso. O presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Goiás (Fecomércio-GO), Marcelo Baiocchi afirma que as entidades empresariais têm intensificado a interlocução com parlamentares goianos para discutir os efeitos da proposta, uma vez que há preocupação especialmente sobre as atividades que funcionam em regime contínuo, como hospitais, unidades de pronto atendimento, hotelaria, papelaria turismo e parte da rede educacional. Ele diz que a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas exigiria novas contratações para manter o mesmo volume de trabalho, sobretudo em empresas que operam aos sábados e domingos. Na avaliação de Baiocchi, esse aumento de custos acabaria sendo repassado ao consumidor final, pressionando preços e reduzindo o poder de compra.