O estado de Goiás tenta reverter a decisão que fez com que Luiz Augusto Ferreira da Silva, o padre Luiz, retomasse seu cargo na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) em 2020. O julgamento começa nesta segunda-feira (19). O religioso já foi condenado por ter sido funcionário fantasma da Casa por 15 anos, mas conseguiu reverter sua demissão por meio da justiça estadual. O religioso era funcionário efetivo da Alego desde 1980, mas, como revelado pelo POPULAR em 2015, ele teria recebido salários sem trabalhar para a Casa por pelo menos 15 anos. Em 2017, o Tribunal de Contas do Estado de Goiás (TCE-GO) determinou que o padre deveria pagar R$ 1,3 milhão para ressarcir os cofres públicos. Luiz também estava afastado das funções na Alego desde agosto de 2015, quando um procedimento administrativo da Casa decidiu por sua demissão.